Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017

As diferentes necessidades nos pontos da vida
 
Durante a nossa vida as nossas necessidades e prioridades mudam, e consequentemente, a nossas escolhas devem ser pautadas visando aquele momento específico da nossa vida.

Um jovem solteiro, por exemplo, precisa de um imóvel com menos espaço. Já uma família, necessariamente vai precisar de um espaço maior para poder ter uma qualidade de vida mais confortável.

Além da sua composição familiar, existe também outros pontos que podem fazer você considerar uma mudança para outro imóvel. Uma delas é a necessidade de morar perto do trabalho. Outra pode ser morar perto de um bairro com mais infraestrutura.

Seja qual forem as diferentes necessidades, sempre existem opções viáveis para você conseguir melhorar a sua qualidade de vida com um imóvel ideal. E é exatamente sobre isso que nós vamos falar posteriormente nesse artigo. Continue lendo!

Entendendo as suas necessidades atuais
Um erro que muitas pessoas cometem ao escolher um imóvel é achar que precisam de alguma coisa que elas na verdade não precisam. Imóveis mais espaçosos sempre são mais convidativos, porém, se você não possui ou tempo ou a intenção de passar muito tempo em casa, eles podem não ser ideais para as suas necessidades.

Seguindo o mesmo exemplo anterior, um jovem provavelmente não precisa de um apartamento ( ou casa ) com três quartos. Já uma família com quatro pessoas, provavelmente irá utilizar muito melhor esse espaço extra.

Essa mesma família pode preferir um apartamento pela segurança, e pelas possibilidades de lazer no condomínio. Já para um jovem, pode ser que um condomínio com várias opções de lazer não faça a menor diferença, principalmente se essa pessoa tem uma vida mais agitada socialmente.

Sendo assim, as diferentes necessidades dependem exclusivamente da reflexão pessoal de cada um.

Casa ou apartamento? Aluguel ou financiamento?
Qual será o melhor? Morar em uma casa ou em um apartamento? Pagar um aluguel ou pagar a parcela de um financiamento para um imóvel próprio? Essas são outras perguntas que exigem que você faça mais uma reflexão baseada nas diferentes necessidades que você possui.

Um apartamento pode ser um imóvel ideal para as pessoas que procuram por mais segurança, que procuram por um condomínio e que procuram por uma infraestrutura mais interessante para si próprio ou para a sua família.

Já uma casa, pode ser ideal se você deseja ter uma vida mais “livre”, com mais espaço e sem regulamentos de condomínio. Porém, uma casa apresenta bem menos segurança que um apartamento, e basicamente, a sua segurança está diretamente relacionada ao lugar em que o imóvel está localizado.

Já um aluguel, pode ser uma boa saída se você não conhece as redondezas, ou se você não se vê morando no mesmo lugar por longos anos. Um financiamento por outro lado, permite que você tenha completo controle da casa ou apartamento em que você está morando.

Ainda sim, essas questões devem ser estudadas de acordo com as diferentes necessidades nos pontos da vida de cada pessoa.

Como tomar a decisão correta?
Para tomar a decisão correta você precisa estudar as suas reais necessidades. Leve em consideração uma criação de um plano de vida. Você deseja estar fazendo a mesma coisa daqui a alguns anos? Você pretende morar no mesmo lugar? Você pretende ter uma família com quantas pessoas? O lugar que você mora permite que você tenha uma boa qualidade de vida?

Todas essas questões são fundamentais para que você consiga realmente entender as diferentes necessidades que você terá ao longo de sua vida. De uma forma geral, nenhuma escolha é eterna.

Lembre-se que você ainda pode efetuar a venda do seu imóvel recém-adquirido, e em caso de qualquer problema, se você morar de aluguel uma possível mudança pode ser tornar mais fácil.
Postado em: 16/05/2017 13:38:52

Preços de imóveis devem cair
 
Não é novidade para ninguém que o Brasil sofre com uma profunda crise política e econômica. Os tempos são de incerteza e esse quadro faz com que muitos investidores fujam do país para procurarem oportunidades mais sólidas.

Apesar disso, os brasileiros podem acabar encontrando algumas oportunidades interessantes no mercado de imóveis, já que de acordo com economistas os valores estão abaixando assustadoramente.

Sabendo dessa realidade atual, no artigo de hoje nós vamos abordar porque os preços de imóveis devem cair e também vamos abordar se esse pode ou não ser o momento ideal para a compra de uma nova moradia.

Ficou interessado? Continue lendo!

Entendendo a queda abrupta dos preços
De acordo com o jornal nacional, a média da queda de preços no mercado imobiliário é de 35% no Rio de Janeiro. Um dos motivos da queda (além da já mencionada crise), era a antiga supervalorização de imóveis de várias regiões do estado, que muitas das vezes resultava em valores irreais para o comprador.

Outro fator apontado por economistas e pela própria reportagem é que as olimpíadas e a copa do mundo ajudaram a dar uma ilusão nos valores praticados pelas construtoras. Os aluguéis e os valores de venda aumentaram consideravelmente durante esse período de alta procura e especulação. Hoje, com uma menor procura, os preços começaram a baixar, e é esperado que eles diminuam ainda mais.

Quem pode se beneficiar desse cenário?
Mesmo com a aparência de um cenário dantesco, os compradores poderão ter uma boa janela de oportunidade para comprar uma nova residência. Até mesmo a época é propícia para aqueles investidores que gostam de alocar o seu dinheiro em imóveis, já que o investimento é considerado como um dos mais seguros.

Como boa parte das construtoras e imobiliárias não conseguem realizar vendas dos seus imóveis, abre-se uma boa chance de negociação para a compra de imóveis e até mesmo para os valores de aluguéis.

Para os compradores que possuem um valor de entrada (como o FGTS) a negociação pode ser ainda melhor, tanto para a compra à vista quanto para o fechamento de um financiamento.

Até quando os preços de imóveis devem cair?
Essa é uma pergunta que você leitor deve está fazendo nesse momento. A verdade é que não há como ter uma previsibilidade real mediante o cenário de crise política que o nosso país se encontra. Hoje, nós temos cerca de 12 milhões de desempregados e esse número aparenta subir ainda mais neste ano de 2017.

Sabendo disso, podemos especular que os preços de imóveis devem cair por mais algum tempo, até que eles voltem a ter alta no mercado. Todavia, tudo depende dos acontecimentos dos próximos meses.

Se você estava pensando em adquirir um imóvel essa pode ser a hora perfeita para você realizar o seu sonho. Principalmente se você é residente do estado do Rio de Janeiro, onde a queda de valores aparenta ser uma das maiores do país (ressaltando que essa queda está acontecendo em todo o estado, e não somente na capital carioca).

Esse foi o nosso artigo de hoje! Esperamos que você tenha gostado! Em caso de dúvidas, críticas ou sugestões, utilize os comentários logo abaixo. Nós vamos adorar responder todas as suas dúvidas sobre os preços de imóveis!
Postado em: 03/02/2017 13:00:00

Dificuldades para organizar finanças no momento da compra do imóvel
 
Ao tomar a decisão de comprar um imóvel, muitas pessoas encontram dificuldades para organizar finanças. Essas dificuldades vão desde a acumulação de capital para conseguir dar entrada no financiamento, até na preocupação real de ter uma parcela com um valor considerável para pagar por mês durante alguns anos.

Apesar de parecer uma tarefa difícil ( ou até mesmo “impossível” para algumas pessoas ), nesse artigo nós vamos abordar algumas das maiores dificuldades para organizar finanças que você pode ter, e vamos consequentemente expor algumas ideias para que você consiga dar esse importante passo para realizar os seus sonhos. Continue lendo!

Planejando os seus gastos
Muitas pessoas acreditam que os seus gastos mensais são variáveis. Apesar de essa afirmativa ter um fundo de verdade, com uma observação mais profunda você irá perceber que dificilmente você irá variar seus gastos de uma média mensal estabelecida pelo seu próprio comportamento.

O que isto quer dizer? Quer dizer que mesmo você gastando com lazer e tendo alguns outros gastos adicionais, durante alguns meses eles ainda permanecem dentro de uma “média” mensal. Agora, você provavelmente deve estar se perguntando: como eu descubro essa média? E a resposta é simples – colocando tudo no papel.

Faça esse exercício de anotação dos seus gastos ( sem efetuar nenhum corte ) durante pelo menos três meses. Após esse exercício, certamente você terá uma visão panorâmica bem melhor do seu comportamento e dos seus gastos mensais.

Após esse exercício, a dificuldade de ter controle do seu orçamento deve diminuir consideravelmente. E dessa forma, você estará apto para seguir para o próximo passo para organizar as suas finanças.

Controlando o seu orçamento
Basicamente, o controle do seu orçamento mensal é a segunda maior dificuldade que as pessoas encontram para organizar finanças.

Levando em consideração que você deve ter feito o primeiro exercício anterior, agora você deve ter uma noção muito maior em relação aos seus gastos mensais.

Com essa visualização, fica muito mais fácil organizar um plano de ação para que você consiga cortar alguns gastos desnecessários ( que muitas das vezes são muitos ). Com esse corte, rapidamente você conseguirá observar quanto será possível poupar de maneira constante por mês, e com uma rápida conta, você poderá ter ideia de quanto você poderá ter em alguns meses.

Essa dica é fundamentalmente importante se você deseja juntar um dinheiro para dar de entrada no seu apartamento, e também é importantíssima se você deseja ter “espaço” no seu orçamento para encaixar o valor de um financiamento com menos esforço.

É importante ressaltar que para organizar finanças você deve ter a disciplina de se manter no seu objetivo escolhido. Sem essa disciplina, é praticamente impossível conseguir o seu resultado esperado.

Outros pontos para ter em mente
É importante ter em mente que você não deve cortar do seu orçamento nenhum gasto necessário. O lazer, por exemplo, não deve ser cortado do seu orçamento mensal em hipótese nenhuma – e esse é um erro que a maioria das pessoas comete.

O ideal é que você consiga pautar um valor mensal para o seu lazer, e não deixar com que esse valor se sobressaia daquele limite. Isso vai garantir que você tenha uma vida completa sem o menor problema.

Outro ponto importantíssimo para você organizar finanças de uma forma correta é ter em mente que em alguns casos você terá que gastar um dinheiro que não estava na sua “programação”. Como resolver esse problema? Faça um “fundo de emergência”.

Junte uma quantia razoável de dinheiro para que você consiga se manter mesmo sem emprego durante alguns meses. Esse dinheiro será fundamental para você cobrir qualquer despesa atípica e esse dinheiro guardado é que lhe trará a segurança caso você tenha medo que alguma coisa aconteça ao longo pagamento das mensalidades do seu financiamento.

Lembre-se também que o seu imóvel trará gastos sobressalentes, e alguns desses gastos são bem altos. Por isso, essa é mais uma razão para que você sempre tenha uma reserva financeira de emergência ( normalmente essa reserva deve ter o valor de 6 a 12 meses de salário guardados ).

Colocando em prática
Agora você já tem em mãos um conhecimento básico para organizar finanças. Importante dizer que, conhecimento sem aplicação não tem o menor valor.

E sabendo desse problema nós preparamos uma maneira com que você consiga colocar todo o conteúdo apresentado em prática. Essa maneira é utilizando a Planilha Financeira da Rosângela Imóveis. Com ela você irá conseguir visualizar todos os seus gastos de uma maneira simples e intuitiva, e certamente, com ela você estará cada vez mais próximo dos seus objetivos.

Para organizar finanças você só precisa de disciplina e das ferramentas corretas, e esperamos que você certamente conquiste os dois após a leitura desse artigo! Boa sorte!
Postado em: 05/12/2016 13:37:02

Condições de financiamento
 
Na compra de um imóvel as condições de financiamento sempre fazem parte de um longo repertório de dúvidas. De maneira geral, as pessoas se perguntam sobre o valor de entrada, o valor do financiamento e quais são as condições gerais para poder dar início a um financiamento para comprar uma casa própria.

Para facilitar o seu entendimento, e para que você também consiga entender com tranquilidade, hoje nós vamos abordar alguns pontos principais a respeito das condições de financiamento. Continue lendo!

Entendendo o valor de entrada
Como é esperado, o valor de entrada é sempre uma das perguntas principais. A parte difícil dessa questão, é determinar com exatidão o valor de entrada do imóvel que você tem o desejo de comprar.

Em suma, os valores de entrada ficam em torno de 30 a 35% do valor do imóvel em questão. Note que esse valor pode aumentar ou diminuir, e inclusive, você mesmo pode optar por dar uma entrada acima desse valor.

Caso você tenha o interesse de realizar um financiamento pela Caixa Econômica Federal, por exemplo, em alguns casos é possível até mesmo dar uma entrada de apenas 10% do valor total do imóvel, e em alguns casos, nenhuma entrada é exigida – isso acontece principalmente para imóveis que fazem parte de programas sociais do Governo Federal.

Valor da prestação do financiamento
Outra dúvida muito frequente é a respeito do valor da prestação do financiamento. Deve-se levar em conta, que também não é possível dar um número com exatidão. Esses valores dependem das condições de financiamento do banco escolhido, e também dependem do valor do imóvel em questão.

Como regra geral, o valor da mensalidade do financiamento da sua casa própria não pode ultrapassar um terço dos seus rendimentos mensais. Isso quer dizer que caso você ganhe dois mil reais por mês, o valor da prestação do seu financiamento não pode ultrapassar o valor de 660 reais ( aproximadamente ).

Outras condições de financiamento
As outras condições de financiamento dependem quase que exclusivamente do banco em que você decidir fazer o seu financiamento. No entanto, os financiamentos para imóveis são divididos em duas grandes “modalidades” principais.

A primeira “modalidade” é pelo Sistema Financeiro de Habitação, ou SFH. Pelo SFH é possível financiar imóveis de até 750 mil reais. Nesse caso, o valor da parcela é calculada por um teto familiar máximo ( ao invés de ser calculada pelo indivíduo que está pedindo o financiamento ). Esse valor não pode ultrapassar 30% da sua renda familiar. Nessa modalidade, não é possível fazer financiamentos acima de 35 anos.

A segunda “modalidade” de financiamento é pela Carteira Hipotecária, ou CH. Pelo CH é possível financiar imóveis com um valor acima de 750 mil reais. O valor máximo do financiamento e do prazo fica por conta do próprio banco que fornece o financiamento, e podem ser comprados imóveis para pessoa física ou jurídica.

Lembrando que essas duas modalidades ( ou condições de financiamento ) só servem para os seguintes estados: RJ, MG, SP e DF.

Taxa de juros e uso do FGTS
A taxa de juros é sempre uma grande questão quando falamos a respeito de condições de financiamento. Ela tende a variar de acordo com alguns casos específicos, principalmente em relação ao banco e ao próprio negócio que é fechado na hora da compra do imóvel.

Para as pessoas que financiarem seu imóvel pelo Sistema Financeiro de Habilitação, a taxa de juros tende a permanecer até 12% ( atualmente a taxa de juros do país está em torno de 13% ). Essa taxa normalmente permanece fixa por todo o financiamento.

Em relação ao uso do FGTS, apenas as pessoas que fizerem o financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação ( SFH ) poderão utilizar. No entanto, é importante observar as regras básicas para a utilização do fundo de garantia, veja abaixo algumas dessas regras:

Não ter um financiamento na modalidade SFH pré-existente;
Não ser proprietário de um imóvel;
Não ter utilizado o FGTS nos últimos três anos para o financiamento de qualquer imóvel;
Ter pelo menos três anos de trabalho pelo regime CLT ( esses anos não precisam ser consecutivos );
Caso você não tenha infringido nenhuma dessas regras, você poderá fazer um financiamento utilizando o seu FGTS tranquilamente.

Outras questões básicas e como se organizar
Ainda existem várias outras questões sobre as condições de financiamento. Questões como documentação exigida, ou até mesmo se as parcelas serão fixas ou não devem ser tiradas no momento do financiamento ou no momento da negociação.

Como nós sabemos que a organização para comprar um imóvel é complicada, nós criamos um material especial para você. Esse material diz a respeito de como se organizar e como comprar um imóvel na crise, e você pode acessá-lo clicando aqui.

Com esse material, é bem provável que as suas dúvidas sobre as condições de financiamento e sobre a atual crise financeira sejam dissipadas. Caso elas não sejam, entre em contato com a gente, nós vamos adorar tirar a sua dúvida!
Postado em: 09/11/2016 13:32:40

8 dicas para acertar na compra de um imóvel para a sua família!
 
Para acertar na compra de um imóvel não basta escolher apenas uma casa ou apartamento que sirva para as suas necessidades. É necessário observar uma série de pontos como a localização e a infraestrutura do bairro em que você está pretendendo se mudar.


A localização, o comércio, o lazer e várias outras questões são importantes para a sua qualidade de vida. Afinal de contas, de nada adianta ter um imóvel excelente em uma localidade pouco habitada, não é verdade?

Para que você consiga acertar na compra de um imóvel para a sua família sem medo, hoje nós vamos apresentar 8 dicas fundamentais. Continue lendo!

1.Procure saber sobre o bairro em que o imóvel está inserido
A primeira pergunta a ser feita é quanto ao bairro em que o imóvel está inserido. Esse bairro é seguro? Existe policiamento? Ele possui um bom acesso para outros locais da cidade?

Em um primeiro momento, essas questões são as mais importantes. Um bairro que não é seguro e que não pode prover um bom transporte público para outras localidades dificilmente resultará em uma boa residência.

Para fugir desse erro que muitas pessoas cometem, veja em um primeiro lugar essas questões básicas sobre o bairro antes de efetuar a compra de um imóvel para a sua família.

2.Verifique o comércio nas redondezas
O comércio em torno do imóvel é muito importante. É fundamental saber se o bairro apresenta algumas lojas fundamentais por perto. Você tem fácil acesso a uma farmácia? A um mercado ( ou supermercado )?

Um bairro sem muito comércio é um bairro que definitivamente irá te trazer mais custos. Pense na condução e na praticidade em se locomover para conseguir alguns itens básicos para a sua casa.

Uma boa localidade normalmente conta com alguns pequenos estabelecimentos que podem prover as compras básicas para a vida cotidiana.

Não se esqueça desse ponto antes da compra de um imóvel!

3.Verifique a distância para hospitais e instituições de ensino
Esse é um ponto fundamental, principalmente se a família conta com crianças ou adolescentes.

Morar longe de um hospital ( ou longe de qualquer clínica médica ) pode ser um grande problema, principalmente se a pessoa não possuir um automóvel.

Outro ponto importante de ser levado em consideração são as instituições de ensino. Mais uma vez, se a família tiver alguma criança ou adolescentes é importante observar por escolas por perto.

Caso não tenha, é importante observar por alternativas de transportes para que seus filhos tenham uma rotina escolar sem nenhuma preocupação.

Adultos normalmente não se preocupam muito com a distância de alguma faculdade ou de alguma outra instituição de ensino qualquer. No entanto, esse ponto vale a pena ser levado em consideração por qualquer pessoa que queira acertar na compra de um imóvel para a sua família.

4.Verifique as opções de lazer
Imóveis que não apresentam nenhuma opção de lazer por perto podem rapidamente se tornar um “problema” em longo prazo. Bons imóveis estão localizados perto de shopping centers, praças e parques.

Lembre-se que o custo de locomoção para essas áreas costuma pesar no orçamento de qualquer família, e lembre-se também que o lazer influencia diretamente na sua qualidade de vida.

Uma casa com churrasqueira e piscina talvez supra algumas necessidades. Porém, normalmente essas duas “características” do imóvel em questão não são suficientes para a maioria das pessoas.

5.Verifique o acesso ao transporte público
O transporte público é uma necessidade para todas as pessoas. Não importa a classe social, em algum momento todos nós precisamos pegar um ônibus, metrô ou qualquer outro meio de transporte.

Caso o seu bairro e o seu imóvel estejam dentro das características que você procura, mas infelizmente ele se encontra distante do comércio ou de uma instituição de ensino, é importante observar o acesso ao transporte público.

Verifique as linhas de ônibus, a passagem de taxis na sua rua e veja se essa localidade realmente é uma boa opção.

Se você não possui carro, esse ponto é ainda mais importante para você acertar na compra de um imóvel.

6.Se possível, verifique o trânsito nas redondezas
Pouquíssimas pessoas levam esse ponto em consideração. O trânsito tem se tornado cada vez mais um problema cotidiano, e se você for uma das pessoas que não consegue passar uma hora parado dentro de um carro, procure observar o trânsito perto da localidade escolhida.

Lembre-se que o trânsito reduz significativamente a sua qualidade de vida. O trânsito pode causar uma poluição sonora excessiva, e sem dúvida nenhuma pode “comer” algumas horas do seu dia sem você perceber.

Algumas localidades apresentam imóveis excelentes, porém, será que vale a pena enfrentar longas horas de engarrafamento para ir ao trabalho ou para chegar à sua casa? Essas perguntas são importantíssimas antes de você efetuar a compra de um imóvel.

7.Verifique alguns serviços básicos
Apesar de parecer difícil de acreditar, alguns bairros não tem acesso a alguns serviços básicos. Empresas de telecomunic
Postado em: 31/10/2016 13:35:16

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